9.6.06

O santo graal sob a antiga roslim espera.
Com a lamina e o cálice a montar guarda severa.
Pela amorosa arte dos mestres adornado.
Repousa enfim sob o céu estrelado.

Assim conta a lenda do livro que eu escolhi ler. O Código da Vinci de Dan Brown apresentou-se a princípio como uma narrativa bastante longa, mas depressa me apercebi que embora fosse longa era bastante fácil de ler: a divisão em mais de cem capítulos de pequena dimensão, como aliás é hábito do autor, e o facto de intercalar cenas para assim cativar mais o autor.
Quanto à historia contada pelo livro penso que está bem feita, com um enredo bem produzido e sabendo apoiar a criatividade do autor em factos históricos. O livro contra a história de uma sociedade secreta que foi criada para guardar um segredo, o segredo da existência de uma linhagem secreta de Jesus e Maria madalena existente até aos dias de hoje. A morte dos quatro elementos principais dessa sociedade secreta (Priorado de Sião) faz despontar numa investigação policial culminando com a descoberta da verdade por parte dos protagonistas (Robert Langdon e Sophie Neveu) as partes que mais me cativaram no livro foram aquelas em que estava implicado o desvendar de um enigma.
Aconselho vivamente a toda a gente a leitura do livro, é um livro que provoca muito vício.

Valter Roldão

6.6.06

Notícia

O meu trabalho é sobre a avaliação dos professores que pode vir a ser feita pelos pais.
Encontrei estas duas notícias no jornal “Correio da Manhã” e no “Público”, ambas publicações do dia 30 de Maio de 2006.
No “Correio da Manhã”, a notícia é pouco extensa, pois, eles só falam que a Ministra da Educação Maria de Lurdes Rodrigues disse que os encarregados de educação deviriam participar na avaliação dos professores, mas é claro, que já houve muitos protestos. A Ministra relembra que há muitos jovens que desistem da escola antes de fazerem o 9º ano.
No “público”, a notícia é mais extensa, abordam o mesmo assunto mas, de maneira diferente, pois, neste artigo eles já estão a criticar esta nova medida.
Para mim, esta nova medida não está bem elaborada, porque os alunos dizem aos pais o que bem entenderem e depois os pais avaliam os professores consoante o que os filhos lhe contam, mesmo que seja mentira.
Gostei mais do modo como o jornal “Público” aborda esta questão, pois são colocadas mais dúvidas e mais questões e os seus leitores ficam mais esclarecidos.

2.6.06

"Viagens da Minha Terra" por Almeida Garrett

O livro que escolhi para a última leitura deste ano foi “Viagens na minha terra” por Almeida Garrett. Escolhi este livro pelo principal facto de o titulo, na minha opinião, ser apelativo. Penso que de uma maneira geral o titulo já é um resumo em si acerca do que o livro vai retratar, pois o que ela retratata realmente são as impressões e as histórias que o narrador viveu ao longo da sua viagem entre Lisboa e Santarém.
O Narrador escreveu este livro na primeira pessoa, e dirige-se directamente ao leitore dá-nos várias dicas ao longo do texto, como por exemplo no principio em que retrata um sonho seu e mais valia saltar esse capítulo.
Almeida Garrett, iniciando a sua viagem em Lisboa e passando pela Azambuja e pelo Cartaxo, finalizando a sua viagem em Santarém, descreve as impressões e as suas actividades com minuciosidade recorrendo a uma vasta lista de adjectivos e de advérbios em cada episódio descrito. A “história” principal é a que fala sobre a menina de olhos verdes, e sobre o que se passou com ela a avó, Carlos e o Frei Dinis, este episódio no meio do livro, como sendo o principal pode ser quase considerado como uma mini-novela. Este enredo, na minha opinião, quebra um pouco o retrato dos monumentos, pessoas, paisagens e costumes vividos pelo caminho.
Este livro é extremamente nacional e tradicional e é uma boa forma de aprendermos mais alguma coisa sobre como era o nosso país á alguns anos atrás podendo ainda adaptar alguns aspectos aos dias de hoje.
Gostei muito do livro e aconselho vivamente a toda a gente a ler, tenho a apontar-lhe o defeito de que, por ser tão ilustrativo, ser por vezes necessário ler mais que uma vez o mesmo exerto para o perceber como deve ser.
Penso que o objectivo de Garrett era de tarnsmitir um pouco mais acerca da nossa sociedade e do nosso país ao povo Português, e certo modo tornar esta sua viagem inesquecivel. Acho que esse objectivo foi bem consegiudo, e de apesar ter passado século e meio após a escrita deste livro ela pode-nos tarnsmitir muitas ideias sobre o nosso Portugal e da sua opinião acerca de várias personalidades conhecidas.
Espero que com este post desperete em vós um interesse para ler este livro,e se o fizerem e gostarem tanto como eu, tenho a certeza que ficarão satisfeitos.

1.6.06

PSP deteve traficantes de droga

A detenção de traficantes de droga pela PSP foi noticia nos jornais diários; “24 horas” e “ Correio da manhã”, no passado dia 23 de Maio de 2006.

Títulos:
  • "Haxixe na escola acabou" (24 horas)
  • "Vendiam “haxe” a alunos" (Correio da manhã)

    A PSP deteve 15 alegados traficantes e 35 mil doses de haxixe junto a Escola Secundária João de Deus, em Faro.

    A notícia do “Correio da Manhã” destaca-se mais do que a do “24 Horas”, devido a sua apresentação e conteúdo.
    O tamanho do título é muito maior, há também uma ampla informação acompanhada de uma fotografia captando assim mais facilmente a atenção do leitor.

    No “24 horas” é citado que as detenções dos traficantes e a apreensão da droga e do material relacionado com o tráfico foram efectuadas durante a semana passada mas a informação não coincidem com a do jornal do “Correio da Manhã” que afirmam se terem efectuado ao longo das duas ultimas semanas. Não há portanto concordância da informação entre os dois jornais. Contudo, a informação do “Correio da Manhã” aparente ser mais fiável do que a do “24 horas”, uma vez que há maior informação e vê-se que estão mais dentro do assunto. Parece haver uma maior certeza, no meu entender. A notícia do “24 horas” é demasiada breve, ao ler a noticia não ficamos com uma ideia geral do caso, há portanto falta de informação.

    No “Correio da Manhã” encontramos todas as respostas não encontradas no “24 horas”. Desde da origem das investigações até ao julgamento de cada um dos alegados é explícito na notícia do “Correio da Manhã”.

    A noticia do “Correio da Manhã”, dá-nos uma ideia certamente mais segura e ampla da situação do que o “24 horas”.

Jenny António nº15 11ºA

31.5.06

"A cidade dos deuses selvagens", de Isabel Allende

Esta obra conta uma experiência entre Alexander Cold, um jovem californiano de 15 anos, na companhia de Nádia Santos, um pouco mais nova e que vivia com o seu pai (César Santos) numa aldeia da Amazónia.
Os dois jovens conheceram-se porque Kate Cold, avó de Alexander, fora contratada pela International Geografic para escrever um artigo sobre a Besta que se encontrava na Amazónia.
Essa experiência decorreu no tepui onde moravam doze Bestas, que eram criaturas que protegiam os índios do Olho do Mundo dos exploradores.
Estes índios, Povo da Neblina, estavam em perigo porque o explorador interessado no terreno desta tribo era capaz de mandar matá-los sem piedade, e por isso, acabar com esta cultura diferente e antiga.
Eu, como leitora, gostei de imaginar esta história, pois revela as diferenças relevantes entre os cidadãos e os índios, e fez-me despertar um impulso para avaliar fenómenos que pensava que eram insignificantes e portanto não dava valor. Eu penso que, no caso dos bens materiais, podíamos fazer como os índios, que davam objectos em troca de outros que pretendiam, e não, pagarmos o produto que tem preço muito oscilante em comércios muito ou pouco longuínquos. Na narrativa, Alex e Nádia, quando estiveram no tepui, tiveram de dispender um objecto para poderem trazer as coisas que foram à procura.
Após ter lido este livro, fiquei com vontade de viver com os índios pela razão de eles serem mais felizes, mais livres e menos preconceituosos que os cidadãos. Acho que nós somos infelizes porque a nossa sociedade é bastante preconceituosa, e portanto não aceita os fenómenos e costumes alheios por serem divergentes dos nossos.
Se todos fossemos tolerantes, cada um vivia em harmonia.

Judite, 11.º A

22.5.06

Eu escolhi a notícia relativa à maior bandeira humana alguma vez formada, e só por mulheres. Este invento não só serviu como apoio aos jogadores da selecção nacional de futebol, que no próximo mês vão disputar o campeonato do mundo, serve também para levar o nome de Portugal ao famoso livro "Os recordes do Guinness"·
"Recorde - Adeptas portuguesas manifestaram apoio à selecção nacional" in Correio da manhã (CM), por Tiago Silva.
"Maior bandeira humana vai levar Portugal ao "Guinness"" in Jornal de Notícias (JN), por Rui Melo

Após a leitura das notícias constatei divergências nos valores das participantes, passo a citar:
"18159 Mulheres colocam bandeira lusa no Guinness", no CM e "Ao todo, 18 788 mil mulheres juntaram-se no relvado...", no JN, mas o jornalista afirma que estes dados não são oficiais. Encontrei também diferentes valores no total de pessoas presentes no estádio do Jamor.
O jornalista do JN fornece-nos mais pormenores relativos a reacções, promessas e artistas presentes. O CM não nos dá tantos pormenores, mas fala-nos de um exemplo de uma senhora que faz sacrifícios para estar presente.

Pessoalmente gostei mais da notícia do JN pois fornece-nos mais pormenores e cativa mais o leitores.

19.5.06

"Casos do Beco das Sardinheiras"

O livro que escolhi chama-se "Casos do Beco das Sardinheiras".
Este livro retrata o quotidiano de várias pessoas, que habitam este beco nos arredores de Lisboa.
É um livro engraçado porque acontecem coisas bastante involgares neste beco, coisas totalmente impensáveis que nenhum de nós podia imaginar, desde comerem uma lua, até sairem pessoas de dentro de uma caixa de correio, ah pois é, já ficaram curiosos! Para saberem mais deste beco que se divide entre Alfama e Mouraria teram de ler este livro.
Espero k fiquem tão espantados como eu fiquei à medida que ia desvendando os inumeros casos deste bairro, e não se esqueçam nunca confiem "Género Humano com Manuel Germano"...

Marco Gomes 11ºB Nº6

5.5.06

Zorro - O começo da lenda

O livro que escolhi ler foi o Zorro de Isabel Allende. Este livro conta a história de Diego de la Vega que se torna Zorro para combater as injustiças. Diego é filho de Alejandro de la Veja, antigo soldado do rei de Espanha que por se apaixonar pela mãe de Diego se torna fazendeiro e homem de negócios. A mãe de Diego é uma índia da tribo de Coruja branca que após ter atacado a missão San Gabriel na Alta Califórnia, liderada pelo padre Mendoza, se torna numa europeia de seu nome Regina. Diego tem um irmão de leite, o Bernardo, que após a mãe ter morrido deixa de falar com todas as pessoas excepto com o seu grande amor, Raio na noite, uma índia da tribo de Coruja branca. Diego e Bernardo são inseparáveis e a prova disso é que quando completam quinze anos, o pai de Diego decide enviá-lo para Barcelona, para casa de Tomás de Romeu, a fim de estudar e Bernardo acompanha-o. Em Barcelona, Diego apaixona-se pela filha mais velha de Tomás de Romeu, Juliana, e torna-se muito amigo de Isabel, a filha mais nova. É nesta cidade que Diego se torna no Zorro. Com a ajuda do seu professor de esgrima, Manuel Escalante, membro de uma sociedade secreta, La Justicia, à qual Diego é convidado a entrar por ser um belo espadachim, Zorro é o nome que escolhe como o seu pseudónimo para combater as injustiças e proteger os mais fracos. Passados dois anos, Bernardo regressa à Alta Califórnia, pois Raio na Noite está à espera de um filho seu. Diego tem um grande inimigo, Rafael Moncada, candidato a esposo de Juliana, que nega ajuda à família De Romeu, quando Tomás de Romeu é condenado à morte por um delito que não cometeu. Diego, Juliana, Isabel e Núria, ama das meninas De Romeu, fogem de Espanha e tencionam ir para a Alta Califórnia, mas são apanhadas por piratas que os fazem reféns na cidade de Nova Orleãs. Juliana acaba por se apaixonar por Jean Laffite, o chefe dos piratas, e paga o resgate para os libertar. Todos continuam o seu caminho para a Alta Califórnia, enquanto que Juliana fica junto de Laffite. Ao chegarem ao seu destino, Diego depara-se com grandes mudanças, o seu pai está preso a mando de Rafael Moncada e Regina voltou para a sua tribo. Diego apaixona-se por Lolita. Como será que se irão resolver todos estes contratempos? E Diego, será que vai passar o resto dos seus dias ao lado de Lolita? O melhor será ler o livro! Eu adorei este livro e recomendo-o a toda as pessoas que gostam de um bom livro, bem escrito e com uma história aliciante, que não dá vontade de parar de ler. O livro tem um final diferente e com ele percebi que nem tudo pode ser como nós queremos ou como nós gostaríamos que fosse. Só temos de ser felizes assim como somos e lutar contra todas as injustiças tal como o Zorro faz.

Carolina Pereira Laura 11ºA

29.4.06

Alberto João Jardim

Alberto João Jardim: um “homem do 25 do Abril”


No passado dia 24 de Abril de 2006 saiu, em dois jornais, duas notícias sobre João Jardim que tinham como titulo: Jardim declara-se um “ homem do 25 de Abril ”, (publicada pelo “ noticias da manhã ”) e Jardim diz-se um “ homem do 25 de Abril ”, (Publicada pelo “jornal de noticias”).
Ambas as noticias estão de acordo e são constituídas por breves textos onde se utilizam ao longo dos seus textos afirmações ditas, pelo presidente regional da Madeira, depois de ter votado nas eleições para a comissão politica e secretariado do PSD/Madeira.
Nestas notícias, Alberto João Jardim, líder do PSD/Madeira desde 1974 e presidente do governo regional desde 1978, afirma ter concretizado os três “D” instituídos pela revolução (Democratizar, Descolonizar e Desenvolver) e foi, mais uma vez, o único candidato à presidência da comissão politica Regional e o primeiro subscritor da única moção de estratégia politica ao XI congresso regional, que tem como titulo “Consolidar e Desenvolver”.

Contos da Sétima Esfera

Para este projecto de leitura preferi optar por ler um livro de um autor já do meu conhecimento, Mário de Carvalho. Escolhi ler outra das suas obras uma vez que gostei bastante da leitura dos Casos do Beco das Sardinheiras da sua autoria.
Os Contos da Sétima Esfera são ao todo 23 histórias de estrutura muito pequena, num volume de 200 páginas, dividido em três partes, não tendo percebido o critério desta divisão da parte do autor.
As histórias são na sua maioria interessantes, tendo ficado um pouco desiludida com a história o Emprego. Talvez fiquei deste modo por achar como ultima história iria ser uma história com mais destaca, mas tal não aconteceu.
A história que mais tenho gostado foi: A autora. Esta história é para mim a mais estranha de todas e que mais me tenha despertado interesso. A história anda a volta da Helena que é uma advogada. Tudo começa quando ao passar pelas livrarias, um romance desperte-lhe a sua atenção e ao abri-lo reconhece um texto mas o nome da autora não lhe dizia nada. O mais curioso fora os dados coincidirem com os dela, o que a levou a comprar o romance. Já com curiosidade sobre esta autora resolve marcar uma entrevista com o editor afim de resolver este mistério. No dia da entrevista o editor reconhece-a e estranha o comportamento dela, no entanto helena tem a certeza de não ter sido ela a escrever o livro. Uma vez em casa vai a caixa do correio e é surpreendida com o nome de um endereço: Olet Airam Aneleh. Helena Maria Telo. Lena Maria Telo. Oleta Ira Manel. É então nessa altura que olha para a mulher que a fixava do espelho em frente e que tinha sido ela a autora.
As histórias são de uma grande criatividade realçando muitas vezes o lado estranho, duvidoso como é o caso de: A autora.

Jenny António 11ºA

“História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar”

O livro que escolhi para este projecto de leitura foi um livro de Luís Sepúlveda, “História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar”.
Este não é um livro sobre animais, como é próprio da natureza das fábulas. Este é uma metáfora criada com base numa realidade em que os animais falam e têm personalidade própria. O autor consegue criar um universo cativante não só para quem nutre alguma simpatia por gatos, telhados ou cidades costeiras com portos navais e muitas gaivotas, é um livro que nos faz gostar desse mundo. Esta é uma obra das pequenas coisas, dos pormenores da vida e dos sentimentos e relações interpessoais. Também não é, definitivamente um livro para crianças, mas tem, seguramente, uma realidade narrativa que pode ser apreciada e compreendida por um público infantil. É um livro próprio para leitores que apreciem histórias de uma simplicidade cativante, escrito num tom poético, mas não fantasista, construído com a graça de uma fábula e força de uma parábola, contendo um sentido de humor subtil, eficaz e inteligente.
Esta é a história de Zorbas, um gato grande, preto e gordo, cujo sono é um dia interrompido pela queda de uma gaivota moribunda, sufocada depois de ter mergulhado numa maré de crude, que o faz prometer que irá criar a cria que sairá do ovo que transporta e a ensinará a voar. Zorbas aceita tomar conta do ovo.
Seguem-se as peripécias de um gato solteirão, que vai tentar descobrir como se choca um ovo de gaivota, principalmente, sem que os seus companheiros felinos se apercebam e façam disso motivo de troça.
A gaivota nasce e Zorbas dá-lhe o nome de Ditosa, escusado será dizer que esta identifica o gato como a sua progenitora.
Zorbas, como naturalmente seria de esperar, não faz a mínima ideia de como se voa, nem tão pouco como se pode ensinar alguém. Esta tarefa inaudita de Zorbas contará com o auxílio dos seus companheiros de ruas e vielas, os gatos:
Secretário – um gato romano muito magro e apenas com dois pêlos de bigode, um de cada lado do nariz;
Sabetudo – o gato que vivia num bazar onde se encontrava de tudo o que caiba na imaginação, e que gosta de consultar a enciclopédia;
Barlavento – o gato marinheiro, viajou pelos sete-mares como um velho lobo-do-mar;
Colonello – um gato de idade indefinida, que possui um curioso talento para aconselhar os que se encontrarem em dificuldades e, embora nunca solucionasse qualquer conflito, os seus conselhos pelo menos reconfortavam, por ser velho e talentoso, era uma autoridade de todo o tamanho entre os gatos do porto.
É uma história sobre a amizade, a fidelidade, os sentimentos na sua forma mais pura e simples. O autor dá a cada animal uma personalidade diferente e muito própria, quase humana, com os seus defeitos e qualidades, o que dá a esta obra um tom de grande originalidade. São abordados também temas como a poluição e os desastres ambientais provocados pelo homem.
É um livro pequeno e simples, muito fácil de ler, e que não implica uma grande concentração para se entender a mensagem do autor.
E já agora, não ficaram com curiosidade para saber como é que um gato ensina uma gaivota a voar?

Scolari nega saída para a Inglaterra

Para realizar a minha comparação de notícias eu utilizei duas, do passado dia 28 do mês presente, que retirei dos sites dos jornais O Púbico e Correio da Manhã cujos links são os seguintes, respectivamente:
http://www.correiomanha.pt/noticia.asp?id=199907&idselect=12&idCanal=12&p=200
http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1255543&idCanal=172
Ambas as notícias falam da possível saída do seleccionador nacional Luís Filipe Scolari para o comando técnico da selecção inglesa, mas achei que a notícia avançada pelo Correio da Manhã era mais completa: alem de avançar mais informação acerca da tomada de posição do seleccionador, as razões que o levaram a permanecer em Portugal, fala também da resposta do presidente da federação portuguesa de futebol (FPF) ao comunicado do seleccionador. O Correio da Manhã adianta também que o seleccionador não quis revelar o seu “futuro após o mundial”.
Quanto aos títulos das notícias: “Scolari fecha portas à selecção inglesa” e “Scolari garante que não será seleccionador da Inglaterra” do Correio da Manhã e do Público, respectivamente, penso que o segundo é o mais informativo, permitindo ao leitor saber mais sobre o que é tratado dentro da notícia.
Ambos os jornais recorrem a citações do próprio Scolari para a sua notícia tendo o Correio da Manhã, na minha perspectiva, um uso excessivo disso.
No fim da análise das duas notícias pude concluir que a do Correio da Manhã é a mais informativa.


Valter Roldão 11ºA nº30

A Conpiração

O livro que li foi A Conspiração de Dan Brown.
Escolhi este livro porque nunca tinha lido nenhum livro do autor e como este tem sido muito falado resolvi fazer esta nova experiência.
A história passa-se na altura de uma campanha eleitoral, em que há dois candidatos. Um é a favor da NASA e outro contra. O livro levamos a conhecer temas muito interessantes e envolve-nos completamente, levando-nos a viajar com as personagens nas aventuras mais irradiantes. O autor mistura temas como a politica, engenheira espacial e serviços secretos.
O titulo do livro foi bem conseguido, apesar de só no final nos apercebemos de quão importante ele é, pois dá uma maior relevância á historia.
Rachel Sexton e Michael Tolland vêem-se envolvidos numa das mais arrepiantes aventuras das suas vidas quando o actual presidente dos estados unidos os envolve nas pesquisas que a NASA anda a fazer para realmente descobrir o estranho objecto que encontrou no gelo do Árctico. A história complica-se pois Rachel Sexton é filha do Senador Sexton que está em campanha contra o actual presidente.
A cada capitulo lido a historia torna-se mais interessante o que não nos deixa largar o livro.
A parte que mais gostei foi na altura que os cientistas (famosos) resgatados pelo presidente começaram a ter alguns problemas devida a descoberta de toda uma invenção da NASA, para salvar o presidente.
Acho que é um livro de fácil leitura e muito atraente para que gosta de aventura e romance.

Ana Raquel

"Substituição do bispo da Diocese de Leiria-Fátima"

A notícia da substituição do bispo da diocese de Leiria-Fátima foi emitida no dia 24 de Abril de 2006 (segunda-feira), nos jornais diários "notícias da manhã" (NM) e "jornal de notícias" (JN).

Títulos:
  • "Reitor do Santuário de Fátima e a nomeação de D. António Marto" ,( em NM)
  • "António Marto é o bispo certo para Meiria-Fátima, ( em JN).

O bispo António Marto, até agora bispo de Viseu, vai tomar poder na Diocese de Leiria-Fátima, sucedendo o actual bispo desta diocese, D. Serafim Ferreira e Silva, no dia 25 de Junho.

Segundo estes dois jornais, D. António Marto será o próximo bispo da Diocese de Leiria-Fátima, e é uma identidade muito "satisfatória" para Monsenhor Luciano Guerra, reitor do Santuário de Fátima (em NM), e é o "bispo certo" como diz o actual bispo desta diocese, D. Serafim Ferreira e Silva (em JN).

Ambos os senhores entrevistados relataram que esperam a colaboração do bispo para desafios que surgirem na sua seguinte diocese, e reciprocamente, tirando proveito da sua boa formação teológica, do seu bom relacionamento e da sua espiritualidade.

No jornal NM esta notícia tem uma apresentação mais susceptível para qualquer leitor, e o seu subtítulo "É um homem de doutrina" dá mais incentivo para o leitor que queira saber como será o novo bispo de Leiria-Fátima. Por outro lado, a expressividade do JN é de nível um pouco cuidado. Mas neste segundo jornal, D. Serafim Ferreira dá a sua opinião do seu sucessor e também resume os seus 19 anos de experiência muito positiva nesta diocese.

Eu escolhi esta notícia porque é uma renovação do cargo de bispo da diocese do meu distrito, e, como D. Serafim disse para o JN, este bispo é novo e cheio de cultura, e por isso é um dos poucos que contribui para o rejuvenescimento da Igreja, que está a ficar com um reduzido número de aderentes profissionais e praticantes também.

Judite Agostinho da turma 11.º A

Por Quem Os Sinos Dobram

"Nenhum homem é uma ilha; cada homem é uma partícula do continente, uma parte da terra; se um torrão é arrastado para o mar, a Europa fica diminuída, como se fosse um promontório, como se fosse a casa dos teus amigos ou a tua própria; a morte de qualquer homem diminui-me, porque sou parte do género humano. E por isso não me perguntes por quem os sinos dobram; eles dobram por ti"
John Donne (1573-1631)


Para este projecto de leitura optei por ler um livro de Ernest Hemingway, a minha escolha recaiu sobre Por Quem Os Sinos Dobram.
Estava à espera de uma história completamente diferente. Para ser sincera o livro decepcionou-me um pouco, isto porque a história gira em torno da guerra civil espanhola, algo que não me fascina absolutamente nada.
O livro conta a história de Robert Jordan, natural dos Estados Unidos, professor, mas que durante algum tempo desempenhou o papel de dinamitista na guerra civil espanhola.
Embora o livro seja um pouco grande, a duração real da história é de apenas quatro dias. Nestes quatro dias, Robert tem como missão fazer rebentar uma ponte que funciona como um local estratégico. Para isso, junta-se a uma guerrilha de republicanos, liderada por Pablo, que mais tarde irá combater a seu lado. Durante este curto espaço de tempo, Robert Jordan apaixona-se por Maria, uma jovem rapariga de dezanove anos que sofrera todo o tipo de atrocidades nas mãos dos fascistas, pois estes mataram os seus pais, raparam-lhe o cabelo e acabaram por violá-la. A sua história de amor é vivida com muita intensidade e, de certo modo, traz algo de novo à história, uma vez que quebra a tensão que se faz sentir devido aos conflitos existentes.
De todas as personagens a minha favorita é Anselmo, um velhote que pertencia à guerrilha de Pablo, mas que se destacava com o seu carácter puro e por ser contra certos princípios praticados por todos aqueles guerrilheiros
Ao ler este livro conseguimos visualizar tudo aquilo que nos é descrito, tal é a abundância de pormenores. Na minha opinião, isto torna a leitura mais agradável, pois temos acesso a determinadas sensações, nomeadamente a cheiros e à dor. Para além disto, conseguimos conhecer as personagens extremamente bem, uma vez que temos acesso aos seus pensamentos, principalmente aos de Robert, a personagem principal.
A meu ver, relatos de acontecimentos passados, por parte de várias personagens, que por vezes eram bastante longos, contribuíram para a minha opinião sobre o livro, isto porque quebravam o ritmo da história principal e eram um tanto ou quanto cansativos.
Estava à espera de um final completamente diferente, mas julgo que o final dado à história foi, sem dúvida alguma, o mais correcto.